Dica de Leitura #4: Guia do Mochileiro das Galáxias

Faz tempo que não dou uma dica de leitura por aqui, por isso decidi voltar a recomendar livros em alto nível.

Histórico

Decidi falar sobre a série Guia do Mochileiro das Galáxias após ler o sexto livro dessa trilogia de cinco livros (não estou maluco, o autor costumava chamar a série dessa maneira). Os cinco primeiros livros foram escritos por Douglas Adams, escritor e comediante inglês que também foi conhecido por ter sido roteirista do tradicional programa humorístico britânico Monty Python. Já o sexto foi escrito por Eoin Colfer (da franquia Artemis Fowl), a pedido da família de Adams, já falecido, como uma forma de homenagear o autor original.

A história foi publicada originalmente na forma de programas de rádio na BBC de Londres em março de 1978 com uma temporada de 6 episódios. Com o sucesso do programa de rádio, ele foi convencido a adaptar a série para a literatura, com o lançamento do primeiro livro ocorrendo em 1979.

O autor

Douglas Adams nasceu em Cambridge no ano de 1952, começando sua carreira na década de 70, quando viajou como mochileiro pela Europa. Além de ter escrito essa série de livros, escreveu também outros livros da série Dirk Gently, que devem ser lançados em breve no Brasil, e foi roteirista de alguns episódios das séries Monty Python e Doctor Who.

Enredo

Os livros contam a história de um simples inglês, Arthur Dent, que, por acaso, consegue escapar da “demolição” da terra por ter feito amizade com um alienígena chamado Ford Prefect. A partir de então, os livros contam as aventuras do personagem (e de vários outros que não vou citar para não estragar a surpresa) ao redor do Universo. A história se desenrola com situações cômicas e completamente absurdas que servem como uma verdadeira crítica a nossa sociedade atual. Na verdade, o Universo retratado é uma extrapolação da raça humana em uma escala gigante. É até difícil explicar o quanto os livros são bons e divertidos, só lendo mesmo para entender. Por isso coloco abaixo a descrição do Guia do Mochileiro das Galáxias com a leitura dramática do grande dublador Guilherme Briggs retirado do Nerdcast 209 e um trecho sobre a importância das toalhas transcrito do livro:

O Guia do Mochileiro das Galáxias faz algumas afirmações a respeito das toalhas. Segundo ele, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido ao seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kabrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc., etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está a sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.

Lista de livros

  1. O guia do mochileiro das galáxias;
  2. O restaurante no fim do universo;
  3. A vida, o universo e tudo o mais;
  4. Até mais e obrigado pelos peixes;
  5. Praticamente inofensiva;
  6. E tem outra coisa (escrito por Eoin Colfer);

Filme

Em 2005 foi lançado um filme contando a história dos livros que, apesar de não ser tão bom quanto os livros (o que é quase um padrão para adaptações de livros), é bem divertido também. O filme foi dirigido por Garth Jennings, que só dirigiu outro filme chamado O Filho de Rambow, e tem como protagonistas Martin Freeman (o Bilbo Bolseiro de Hobbit), Mos Def (16 Quadras / Rebobine por Favor), Sam Rockwell (À Espera de um milagre / Homem de Ferro 2) e Zoey Deschanel ((500) dias com ela / Sim Senhor / New Girl). Além disso possui participações menores de John Malkovich, Helen Mirren e Stephen Fry.

Para saber mais

Se você quiser saber mais sobre o Guia do Mochileiro das Galáxias antes de começar a ler, recomendo os seguintes links, principalmente o Nerdcast:

Conclusão

Vale muito a pena dar uma chance para a série, os livros são realmente excelentes.

Davi é condenado no TRE e continua inelegível

Na última quarta-feira, o ex-prefeito de São Fidélis teve um recurso eleitoral julgado no TRE onde foi mantida sua condenação de 8 anos de inelegibilidade. A condenação ocorreu devido a circulação de carros de som na véspera de eleição afirmando que o atual prefeito Fenemê teria a candidatura cassada. A condenação em primeira instância já havia sido comentada aqui no blog no seguinte link e a veiculação dos carros neste link.

Além disso, o candidato a vice-prefeito Elson Lages também foi condenado no mesmo processo.

Os recursos dos outros réus do processo foram parcialmente providos, mas ainda não foi divulgado o acórdão completo para sabermos qual foi esse provimento.

O processo pode ser visualizado no site do TRE, através do endereço: http://www.tse.jus.br/sadJudSadpPush/ExibirDadosProcesso.do?nprot=2916002012&comboTribunal=rj

O que precisamos é de uma reforma política

Nas últimas semanas o povo brasileiro saiu para as ruas para protestar inicialmente contra o aumento nas passagens de ônibus e posteriormente contra a corrupção, a favor da saúde, da educação e outras pautas genéricas do tipo. É muito bonito ver o povo brasileiro nas ruas, lutando por um país melhor, apesar dos indícios de presença de extremistas de direta, dos inúmeros casos de vandalismo que temos acompanhado e da perseguição contra os militantes de partidos.

Entretanto, acredito que falta uma pauta mais “fechada” nos protestos. Pensem no lado das autoridades, como apresentar uma solução para pedidos como as que vêm sendo apresentadas? Tirando o pedido de não aprovação das PECs 33 e 37, que são responsabilidade do Congresso e não do Executivo Federal, é quase impossível o Estado apresentar uma solução precisa para as reivindicações. Seria mais interessante, na minha opinião, pedidos mais objetivos como “10% do PIB para Educação”, “leis mais rígidas contra os crimes de corrupção”, “endurecimento da lei da Ficha Limpa”, “maior transparência dos gastos públicos”…

Porém esse texto não é para tratar especificamente dessas manifestações, mas sim de uma proposta que vem sendo feita há muito tempo por parte da sociedade, nas mais variadas formas, e que nunca vai adiante por falta de interesse dos políticos que nos representam no Congresso. Estou falando de uma reforma política, que poderia levar a uma melhor representatividade da sociedade nos poderes Executivo e Legislativo. Abaixo, coloco algumas do que acho que poderia ser feito para fortalecermos nossa democracia.

Financiamento público das campanhas

Tenho vários motivos para defender que as campanhas políticas sejam bancadas por dinheiro público e que as doações sejam proibidas:

  1. maior igualdade de condições entre os diversos candidatos: hoje o dinheiro é um fator muito decisivo nas eleições. Quem tem dinheiro pode contratar “militantes” para fazer campanha, consegue uma maior exposição com cartazes, placas, santinhos e coisas do tipo, produz vídeos mais elaborados e etc.  Hoje é muito difícil um candidato com poucos recursos se eleger, a concorrência é desleal. E quem ganha com isso? Com certeza não são as classes mais pobres da sociedade, que dificilmente elegem representantes;
  2. fim da influência de empresas na eleição: hoje os candidatos precisam de apoio de empresários para poder se eleger, pois precisam de dinheiro. Esses empresários não ajudam porque estão com vontade de ajudar a sociedade ou um amigo. Eles tem interesse de conseguir algo em troca depois, como a defesa de seus interesses na hora de aprovar leis ou até vantagens indevidas.
  3. diminuição dos gastos com campanha: no momento em que o financiamento seja público e com orçamento limitado, várias práticas terão que ser abolidas para poder encaixar no orçamento limitado:
    • contratação de militantes para agitar bandeira e poluir visualmente a cidade;
    • derrame de santinhos nas ruas;
    • circulação ininterrupta de carros de som pelas ruas;

Existem outras opções para tentar aprimorar o processo democrático sem dinheiro público. Eu, particularmente, acredito mais no financiamento público, mas acho importante citar outras propostas:

  1. limitação nos valores das doações;
  2. definição de um teto para os gastos de campanha de acordo com algumas variáveis, como o
  3. tamanho do município/estado e o cargo pretendido
  4. ;
  5. proibir doações de pessoas jurídicas;

Mudança na “ordem” das eleições

Não me lembro de ter visto ninguém defender essa ideia, por isso nem soube nomeá-la direito. Basicamente seria separar as eleições do legislativo das do executivo. Hoje temos eleições de dois em dois anos, sendo uma na esferal municipal e outra na esfera estadual/distrital e na esfera federal. Minha proposta é que continuemos a ter eleições de dois em dois anos, mas a primeira para o poder executivo (em todas as esferas) e a segunda para o legislativo (também em todas as esferas). Mas quais serias as vantagens?:

  1. menor subordinação entre os poderes: hoje temos uma relação muito “íntima” entre os poderes. O legislativo quase nunca faz o papel de fiscalizar o executivo. É muito comum vermos o legislativo quase que proibir esse fiscalização. Isso acontece porque a relação entre o candidato ao legislativo e o executivo é muito grande, um depende do outro para se eleger.
  2. possibilidade de mudanças durante o mandato: na forma atual o povo escolhe quem vai fazer o serviço e quem vai fiscalizar / aprovar o serviço ao mesmo tempo. Se o poder executivo não está agradando, não há nada que possamos fazer por meio das urnas. Caso houvesse essa separação, reforçaríamos o jogo democrático, podendo forçar mudanças no meio do mandato executivo, como uma perda de maioria na base aliada. Se não me engano, é assim que funciona no Estados Unidos. De vez em quando acontece do presidente “perder a base aliada”.

Fim da suplência no Senado

Na minha opinião, uma das grandes bizarrices da nossa democracia são os suplentes de Senador. É um absurdo termos senadores sem voto. O que acontece na prática é que temos vários representantes sem voto no poder. Se um senador decide sair para assumir cargo de ministro ou algo do tipo, que chame o segundo colocado para assumir.

Proibição de licença de membros do Legislativo para assumir cargo no Executivo

É muito comum que representantes eleitos pelo povo se licenciem dos seus mandatos para assumir um Ministério ou uma Secretaria. Esse tipo de coisa só serve para reafirmar a subordinação entre os poderes. Isso é um desrespeito ao voto popular, se uma pessoa se candidata ao poder legislativo tem o dever moral de cumprir o mandato para o qual foi eleita. E tem mais, é rotineiro que um prefeito ou governador chame um vereador / deputado para assumir uma secretaria para poder um candidato não-eleito pelo povo assumir o mandato (por ser suplente). Por isso sou a favor que se um membro do legislativo deseja assumir um cargo no executivo tenha que renunciar definitivamente ao mandato.

Fim das coligações

Na nossa atual organização política o que mais se disputa entre os partidos é o tempo de rádio e televisão. Dessa forma existe uma proliferação impressionante de partidos nanicos que não possuem projeto definido. Esses partidos existem quase que exclusivamente para negociar seus tempos de rádio/tv. Com o fim das coligações, acredito que esses partidos iriam, aos poucos, deixar de existir, fortalecendo os partidos mais ideológicos. Quando falo isso não me refiro a partidos como o PSOL e o PSTU que, apesar de serem menores, possuem um projeto ideológico definido.

Conclusão

Acredito que tenha esclarecido os pontos que considero essenciais de mudança para termos uma democracia mais forte em nosso país. Quero deixar claro que essa é a minha visão de como deveria ser, mas que outras idéias podem ser muito mais eficazes que as minhas, até porque não sou um especialista no assunto.

Tem várias propostas que não abordei como voto distrital para o legislativo, voto em lista, não obrigatoriedade do voto e outras. Apesar de conhecer superficialmente os mesmos, tenho a impressão de que as minhas propostas sejam mais “urgentes” e dependem menos de um maior aprofundamento junto a sociedade. Acredito que a mudança de sistema e a definição de obrigatoriedade ou não do voto deveriam ser discutidas de maneira mais ampla, com uma participação mais forte do povo, inclusive por meio de plebiscitos ou referendos.

O que não podemos aceitar é que nunca ocorra uma reforma política, pois o nosso atual sistema político, mesmo que tenha sido um avanço, ainda necessita de melhorias em busca de uma sociedade mais justa e igualitária.

Deixo o espaço dos comentários para quem quiser demonstrar sua opinião, apresentar outras propostas, criticar minhas ideias e etc. Como é de costume em meu blog, aceito todo e qualquer comentário que esteja de acordo com as regras, independente de concordar ou não com minha visão.

Coloco abaixo alguns links e vídeos que achei interessantes tanto sobre a reforma política quanto sobre as manifestações.

Links

Vídeos

Até que…

Foto retirada do site do Jornal do Brasil

… desistam de destruir nosso patrimônio histórico e cultural;

… os estádios públicos de futebol retornem para as mãos de quem realmente pertencem: do povo;

… o dinheiro de nossos impostos deixe de ser utilizado para construir estádios particulares;

… a Escola Municipal Friedenreich seja mantida onde está;

… desistam de destruir o Parque Aquático Júlio Delamare e o Estádio de Atletismo Celso de Barros para construir estacionamentos e shoppings;

… os interesses da sociedade sejam atendidos no lugar dos interesses da iniciativa privada;

… retirem um apoiador da ditadura do comando do futebol;

… parem de despejar as comunidades próximas aos complexos esportivos na mais pura e verdadeira limpeza social;

… respeitem nossa cultura e nossa história, devolvendo o Antigo Museu do Índio para os verdadeiros donos: os índios;

… parem de construir elefantes brancos que nunca mais serão utilizados depois das Olimpíadas;

… deixem de usar a Copa do Mundo e as Olimpíadas como desculpa para todos os absurdos citados acima;

Vou torcer contra o time de futebol da CBF.

 

P.S.: posso ter me esquecido de algum abuso cometido, já que são tantos, por causa dos grandes eventos, se lembrar de algum coloque nos comentários.

Maycon está de volta ao Nova Iguaçu

Maycon

Maycon

Conforme comentário da leitora do blog Bárbara, o jogador fidelense Maycon assinou com o Nova Iguaçu, retornando ao clube onde se destacou dois anos atrás.

Em 2011, ele foi o artilheiro do Nova Iguaçu, marcando seis gols, no Campeonato Carioca.

Recomendo a leitura da entrevista que ele deu ao site FutRio.

Fontes:

 

Parabéns Zico!

Zico

Zico

Hoje escrevo uma postagem mais que especial para homenagear o maior jogador da história do meu Mengão. Neste 3 de março, Zico completa 60 anos de idade, de amor ao Flamengo.

Eu nunca tive a oportunidade de ver o meu maior ídolo jogar ao vivo em um estádio, nasci exatamente no ano em que ele se aposentou do futebol, onde deu o último adeus para a torcida mais querida do mundo.

Mas mesmo assim ele tem um papel importantíssimo na minha vida, desde que me entendo por gente o tenho como um exemplo de jogador de futebol e de ser humano. Lembro muito bem de uma fita cassete que papai comprou num jornal ou algo do tipo  na Casa e Video (acho que ela até está aqui em casa ainda) com “Os Mais Belos Gols de Zico”. Lembro de bem pequeno, eu devia ter uns 6 ou 7 anos quando saiu, ficar maravilhado com as jogadas do Galinho. Achei o vídeo no Youtube, assista abaixo.

Com o tempo, fui crescendo e aprendendo cada vez mais sobre tudo que ele fez pelo Flamengo, devorei livros, assisti os jogos, documentários, ouvi as histórias contadas pelo meu pai e fui me tornando cada vez mais um fã do Galinho de Quintino. Ele ganhou simplesmente tudo que disputou com o manto sagrado: 509 gols, 1 Mundial, 1 Libertadores, 4 Brasileiros, 7 Cariocas, 9 Taças Guanabara, 3 Taças Rio e vários outros títulos em 732 partidas. Isso sem falar que ele foi o maior artilheiro da história do Flamengo e do Maracanã.

A torcida arco-íris diria que ele era jogador de Maracanã, que nunca ganhou nada com a seleção brasileira, que é jogador de laboratório e outras presepadas de quem não tem torcida, mas respondo isso com uma frase célebre de Fernando Calazans:

Zico não ganhou a Copa do Mundo? Azar da Copa do Mundo.

Outro momento marcante, para mim, foi quando ele voltou para o Flamengo em 2010, eu realmente acreditei que o retorno dele poderia mudar a história do Mengão, poderia trazer o Mais Querido de volta no caminho correto, conquistar novamente o mundo. Mas infelizmente, um falso flamenguista conseguiu destruir esse sonho, com denúncias vazias, tirando o maior rubro-negro de todos os tempos da Gávea e decepcionando toda a Nação. Felizmente, a nova diretoria vem o tratando da maneira correta, dando o devido valor para quem tanto fez pelo clube.

Para mostrar o cara simples que Zico sempre foi, basta ver as declarações de quem conviveu com ele nos tempos de futebol e das personalidades da época:

Zico é o maior exemplo de fidelidade a um clube. É o maior símbolo do Flamengo (Junior)

Zico é o maior jogador do mundo. Há os que negam, cegos pelo óbvio olulante. Mas, se a evidência quer dizer alguma coisa, não cabe dúvida, nem sofisma. (Nelson Rodrigues)

Eu tive o privilégio de participar do mesmo time que o Zico participou…….. Tudo que se fala do Zico, toda homenagem que é prestada a ele é pouco pelo que ele merece. (Leandro)

Adeus, Zico. Nós vascaínos, tricolores, botafoguenses, etc., dormiremos mais tranquilos sabendo que uma falta cometida nas proximidades de nossa área não será tão perigosa assim. Que não teremos de enfrentar os seus dribles, seus lançamentos, suas soluções inteligentíssimas para as jogadas mais difíceis, a sua movimentação que o levava, em frações de segundo, da intermediária à porta do gol e aos gritos de Zico! Zico! Zico!quando você fazia uma das suas e chutava aquelas bolas que tocavam na rede e batiam em cheio em nossos corações. Em compensação, nós, que tanto amamos nossos clubes quanto o futebol, estaremos com as nossas terdes de domingo mais pobres. E, aí, veja que ironia, teremos saudades de você. (Sergio Cabral pai)

Meu maior orgulho é ter convivido com Zico (Jaime, ex zagueiro do Fla)

É o maior exemplo para gerações futuras (Zagalo)

Zico é mais completo do que eu fui……… Ah! se eu tivesse a firmeza do chute de Zico, nem sei o que teria feito no futebol (Dida)

Zico foi o maior jogador brasileiro que vi em ação. Pelé, Garrincha e Puskas foram “três monstros”, claro. Mas na época do Zico, ninguém foi melhor. (Lico, ex-jogador da Era Zico)

Zico foi o líder do melhor time que vi jogar. Ele é um mito e não haverá outro como ele. (Romário)

Há pouco tempo tive a oportunidade de conhecer Andrade e Rondinelli, jogadores marcantes da época de Zico no Flamengo e posso afirmar que eles tem um orgulho muito grande de terem feito parte dessa história e uma admiração grande por ele.

Para finalizar deixo a mais bela música composta sobre Zico, de Moraes Moreira.

Parabéns Zico e muito obrigado por tudo que você fez pelo meu Mengão.

P.S.: para finalizar deixo algumas recomendações sobre o que ler / assistir sobre Zico:

  • DVD Zico na Rede;
  • DVD Os Heróis de uma Nação;
  • Programa Loucos por Futebol especial exibido ontem na ESPN Brasil (devem ter reprises e pode aparecer no Youtube);
  • VHS Os mais belos gols de Zico (ou no Youtube mesmo);
  • Livro 1981 – O Ano Rubro-Negro de Eduardo Monsanto, pela editora Panda Books;
  • Livro Zico: Uma Lição de Vida de Marcus Vinicius Bucar Nunes, pela editora Thessaurus;

Onde estão os jogadores fidelenses?

Depois de ter escrito por aqui sobre os jogadores fidelenses, resolvi fazer uma atualização sobre a atual situação deles, mas infelizmente não consegui informações sobre todos, de qualquer forma vou citar todos os em atividade, explicando o que descobri. Se alguém tiver alguma novidade sobre eles, comente por favor.

Maycon Carvalho

Maycon

Maycon

Pelo que parece ele conseguiu subir da segunda divisão da Malásia com o Pahang FA, mas não teve o contrato renovado. Não encontrei nenhuma informação se ele foi para outro clube.

— UPDATE —

Maycon retornou ao Nova Iguaçu, conforme o seguinte post.

Hugo

Hugo, atacante do Ventforet Kofu

Hugo, atacante do Ventforet Kofu

Depois de passar pelo Paraná Clube, Hugo quase assinou com o CRB de Alagoas, mas recebeu uma proposta de última hora do futebol japonês e vai disputar a J-League pelo Ventforet Kofu, clube recém promovido à primeira divisão japonesa.

Fontes:

Marcos Paulo

Marcos Paulo Carvalho Inez

Marcos Paulo

Aparentemente ainda é jogador do Caxias, mas parece ter tido alguns problemas que podem levá-lo a sair do clube.

Fontes:

Weider Barreto (Tubarão)

Tubarão

Tubarão

Infelizmente não consegui nenhuma informação sobre o jogador.

Vagner Carioca

Vagner Carioca

Vagner Carioca

Esse ano assinou com o Quissamã para disputar o Carioca, mas ainda não atuou em nenhuma partida.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/rj/serra-lagos-norte/noticia/2013/01/quissama-apresenta-mais-reforcos-e-totaliza-sete-novos-jogadores.html

Jhonnattann

Jhonnattann

Jhonnattann

Depois de disputar o Campeonato Carioca 2012 pelo Volta Redonda e ter se destacado se transferiu para o futebol de Malta, mais especificamente para o Valleta. No Valleta chegou a disputar as eliminatórias da Liga dos Campeões, marcando 3 gols na primeira eliminatória contra o Lusitanos de Andorra. O time acabou eliminado para o Partizan Belgrado da Rússia.

Depois disso se transferiu para o Birkirkara FC também de Malta, onde até o momento (29/01/2013) marcou 8 gols em 21 partidas, além de ter sido considerado o melhor em campo em 6 jogos.

Fontes:

Ramon

Ramon dos Santos Pereira

Ramon dos Santos Pereira

Continua no Madureira, porém tem sido titular no começo do Carioca 2013, tendo jogado inclusive contra o Flamengo.

Fontes:

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